As 9 ilhas mais misteriosas do mundo


Conheça as 9 ilhas mais misteriosas do mundo.

Os locais misteriosos e fora do normal chamam-nos à atenção. Por vezes, os sítios mais inusuais fazem-nos sentir uma mistura de medo e curiosidade. Existem muitos filmes de ilhas misteriosas, muitos deles com histórias reais e, são essas ilhas misteriosas "reais" que despertam uma certa curiosidade e/ou medo, quer seja pela sua fauna, pela suas histórias peculiares ou pelas suas lendas assustadoras.

Viajar a alguma destas ilhas supõe sair da nossa residência habitual durante vários dias ou semanas. Caso seja necessário requerer assistência médica, cobrir gastos derivados da perda de bagagem ou documentos ou ter que cancelar a viagem, é melhor comprar um seguro de viagem que cubra estas e outras garantias.


Ilha Hashima, Japão.

Agora deserta, a ilha japonesa de Hashima já foi um dos sítios com mais densidade populacional do mundo. Também conhecida por Gunkanjima (Ilha do Encouraçado), Hashima está totalmente coberta de edifícios.

Até 1974, houve uma operação de extração de carvão. Os trabalhadores e as suas famílias viviam em enormes edifícios que ainda se mantêm de pé. Após ser abandonada durante mais de três décadas, a ilha foi reaberta em 2009 para os turistas. 

Mesmo que não tenha ido a esta ilha, já a deve conhecer, visto que foi cenário do filme de James Bond, Skyfall, estreado em 2012.


Ilha das Bonecas.

É uma ilha artificial escondida entre uma enorme rede de canais na cidade de Xochimilco, próxima à Cidade do México. Xochimilco tem mais de cem mil canais e muitas ilhas artificiais, conhecidas como chinampas utilizadas originariamente para a agricultura.

A ilha das Bonecas era habitada por apenas um homem, Julian Santana. Segundo este, a ilha foi lugar de um trágico incidente, onde três crianças morreram. Por isso, ele colocou bonecas nas árvores em memória aos espíritos dessas três crianças. Ao princípio, este homem era conhecido pelas verduras de cultivava, mas depois, os locais começaram a trocar bonecas antigas pelas verduras. Desta forma, a ilha ficou cheia de bonecas penduradas e tornou-se popular. Esta história foi interrompida quando, em 2001, Julian Santana foi encontrado morto no mesmo local onde encontrou as crianças mortas.


Ilhas Flutuantes, Lago Titicaca, Peru.

O lago sul americano de Titicaca, situado no Peru, é a casa de uma das tribos mais antigas da América. Os Uros, um grupo cujas raízes estão no império inca, construíram uma ilha com umas canas chamadas de totoras. Estas canas são entrelaçadas até que criam plataformas flutuantes. Assim, sempre que a ilha precisar de reforçar a sua estrutura, é adicionada outra camada de cana.

As raízes totoras também fazem parte da dieta dos Uros. Desde que estas ilhas se deram a conhecer através do National Geographic, em 1940, são muitos os turistas que se aproximam para vê-las. Hoje em dias, os Uros vivem do turismo e oferecem hospedagem.


Ilha Sentinela do Norte, Índia.

Graças às imagens de satélite e às viagens em avião, existem poucos lugares no mundo que são desconhecidos. Podemos dizer que esta ilha, situada na baía de Bengal, na Índia, é quase desconhecida.

Está coberta por um denso bosque e é habitada por um pequeno grupo de pessoas que evitam o contacto com o mundo exterior.

Esta tribo tem um estilo de vida de subsistência. Devido ao denso bosque, é impossível vê-los desde cima. Ao longo dos anos, houveram várias tentativas de contactar com eles, mas atiram pedras e disparam flechas aos helicópteros e barcos que se aproximam demasiado à ilha. Há uns anos, dois pescadores índios foram assassinados por esta tribo por estarem perto da costa.


Poveglia, Itália.

A Poveglia é uma ilha da lagoa de Veneza. Apesar da sua localização ao lado de um dos sítios mais visitados do mundo, não é muito conhecida. Muitos acreditam que esta ilha está encantada, pois há alguns anos foi uma estação de quarentena para quem chegava a Veneza por mar, e sofria doenças contagiosas.

No século XX, a ilha foi convertida num hospital psiquiátrico para pessoas de idade avançada. Depois, foi abandonada em 1960 e nao foi utilizada desde então, embora hajam planos de reconstruí-la e transformá-la num hotel de luxo.


Hart Island, Nova Iorque.

Nem todas as ilhas misteriosas se encontram em lugares remotos da terra. Esta ilha, por exemplo, faz parte do bairro de Bronx. Hart foi um campo de prisioneiros durante a Guerra Cívil e, depois, utilizada como prisão. Um dos edifícios mais antigos da ilha é um manicómio para mulheres dos últimos anos do século XIX.

A ilha de Hart foi um cemitério de Nova Iorque com mais de 100 acres, um dos maiores do mundo. Aproximadamente um milhão de pessoas foram enterradas aí. É impossível visitar Hart sem antes passar pelo Correcional. No entanto, as pessoas cujos ancestrais estão na ilha, podem visitá-la sem autorização do Departamento de Comércio dos Estados Unidos.


Ilha de Howland, Estados Unidos da América.

É um atol desabitado no meio do Oceano Pacífico. Pertence aos EUA e é supervisado pelo serviço de pesca do país. Apesar do seu pequeno tamanho e de não ter água doce, esta ilha remota tem uma história interessante.

O país obteve o controlo da ilha a meados do século XIX com o propósito de ser uma mina de guano. Os excrementos dos pássaros eram recolhidos como fertilizantes.

Na década dos anos 30, houve uma tentativa de colonização para ser usada como estação de voos transpacíficos, já que tem muito campo aberto. Em 1937, Amelia Earhart, supostamente, iria aterrar nesse aeroporto durante uma viagem de volta ao mundo. No entanto, devido a um erro de comunicação ou navegação, ela nunca chegou. Para visitar a ilha é necessário uma autorização especial, reservado apenas para científicos.


Okunoshima, Japão.

Esta ilha é também conhecida como a ilha dos coelhos e encontra-se perto de Hiroshima, no Japão. Entre os anos 20 e 30, em Okunoshima havia uma fábrica secreta de produção de armas químicas, sendo que agora apenas sobram restos e um museu dedicado à guerra química.

No entanto, a ilha é mais conhecida pela sua extensa população de coelhos. É ilegal fazer algum tipo de dano aos coelhos. Estes animais são muito simpáticos com os humanos e aproximam-se dos visitantes para procurar comida. Na ilha há um hotel e um parque de campismo para que os turistas que chegam em ferry de outras ilhas próximas se hospedem.


Niihau, Hawaii.

É a ilha inabitada mais pequena do Hawaii e a menos conhecida. É também conhecida como a ilha Proibida porque é propriedade dos descendentes de Elizabeth Sinclair, que comprou a ilha ao rei do Hawaii no século XIX.

Na ilha existe uma base naval e poucas pessoas têm a autorização para visitá-la com visitas guiadas, embora possa ser visitada pelos convidados dos proprietários. Não existem estradas nem cabos, apenas painéis solares e os poucos nativos que lá vivem não pagam aluguer.

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